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Dica: Como Migrar do Outlook para Thunderbird

Artigo enviado por Dieu Merci Toko. Quer partilhar conhecimento com os demais seguidores do MenosFios? Siga os passos.


Desde que o Thunderbird deixou de importar automaticamente do Outlook, tenho andado desesperado em arranjar uma solução viável, (barata) e livre para resolver o problema. Confesso que bloqueei no Thunderbird, e não procurei soluções alternativas até recentemente quando senti realmente necessidade.

A solução é muito simples, mas não muito prática. Em primeiro lugar requer uma máquina com Linux, preferencialmente Ubuntu ou Debian. Para os menos iniciados aconselho a utilização de um ambiente gráfico para passar os ficheiros da pen/rede para a máquina e vice versa.

  1. Assim que tiverem a maquina à mão, abrir o terminal e instalar o readpst:
sudo apt-get install readpst

Depois do “read PST” instalado, já se pode começar a converter ficheiros *.PST em .EML que depois são facilmente importados pelo Thunderbird através do add-on ImportExportTools.

2. Escolham uma pasta para trabalhar, e coloquem lá todos os PST’s a converter. Para já, deve-se criar uma pasta para alojar a exportação:

mkdir Archive

3. E poderão fazer o seguinte comando do readPST para exportar o ficheiro para dentro da pasta (para saberem mais opções, ver aqui):

readpst -M -b -e -o Archive Archive.pst

Se for para abrir na mesma máquina em que estão a trabalhar, basta agora abrir o Thunderbird e, já com o ImportExportTools instalado, ir ao menu Import/Export > importar todos os ficheiros eml de uma directoria > incluir subdirectorias.

4. Se for para colocar noutra máquina, comprimam a pasta, e depois peguem no ficheiro e levem para onde quiserem.

tar -zcvf Archive.tar.gz Archive

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Angosat 1: Mais de 80% do primeiro satélite angolano já está concluído

O Angosat 1 é um satélite de comunicação geoestacionário angolano que se encontra em construção pela empresa russa RKK Energia. Este será operado pela Angosat. O satélite será baseado na plataforma USP Bus e sua expectativa de vida útil será de quinze anos.

O Executivo angolano deverá colocar em funcionamento ainda este ano o primeiro satélite nacional Angosat 1, reiterou ontem, segunda-feira, em Luanda, o ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação –  José Carvalho da Rocha.

Depois de um encontro a porta fechada com o vice-primeiro ministro da Federação da Rússia e representante plenipotenciário do Distrito Federal do Extremo Oriente, Yuri Trutnev, sublinhou que neste momento o projecto caminha conforme se previa, estando acima de 80 porcento de execução.

Segundo Yuri Trutnev, o encontro foi para rever o nível de cooperação, particularmente os projectos que ambas partes tem estado a desenvolver no nosso sector com o apoio da parte Russa. Durante o encontro com a parte angolana, fez-se uma avaliação do estado do projecto Angosat onde foi pensado nos próximos passos a serem dados.

O Angosat 1 será o primeiro satélite de comunicações de Angola, cujo contrato foi assinado pelas partes russas e angolanas no ano de 2009, cujo trabalho começou no final de 2012 e terá uma capacidade de 16 transponders, em banda C e seis em banda KU para fornecer serviços de telecomunicações para Angola, com uma abrangência para África e Europa.

Ansioso para ver o primeiro satélite angolano a funcionar? 

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[FT2017] Quais os motivos dos custos elevados das telecomunicações em Angola?

Durante o a mesa redonda realizada no Fórum Telecom edição 2017, os participantes da mesma, abordaram sobre “Os custos elevados das telecomunicações Angola”, onde os mesmos apresentaram vários factores que contribuem para o facto dos consumidores Angolanos continuarem a pagar caro para usufruir dos serviços de telecomunicações.

Várias são as teorias populares, mas nada melhor do que ouvir dos principais gestores de empresas de topo das telecomunicações em Angola. Durante a conversa foram apresentados 2 factores importantes para que isso ainda seja uma realidade:

  1. Custo elevado de infraestrutura: Angola não produz infraestruturas no que concerne aos segmento das telecomunicações, pelo que tudo deve ser importado, e os custos dos mesmo são elevados;
  2. Falta de energia eléctrica: Segundo explicação dos representantes de algumas empresas que fizeram parte da mesa redonda, praticamente as infraestruturas de telecomunicações das empresas em Angola funcionam a base de geradores, visto que a energia eléctrica ainda continua a ser um factor a ser trabalhado, tendo em conta os custos elevadíssimos do combustível no pais, então isso conta para que os serviços prestados por essas empresas tenham também custos elevados.

A mesa foi constituída por representantes da MS TELCOM (Roger Ferreira), Unitel (Almicar Safeca), Angola Cables (António Nunes), DSTV (Eduardo Continentino ) e Eduardo Fraústo (EMIS) tendo sido moderada por Carlos Rosado de Carvalho.

Ouça as declarações do PCE da MSTelcom


Concorda com esses dois factores?

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Bantumakers apresenta o mapa do ecossistema de empreendedorismo em Angola

A Bantu Makers tomou a iniciativa em fazer um mapeamento do ecossistema de empreendedorismo em Angola -conectar e promover a comunidade startup em Angola – aqui está o mapa. Se procura por uma startup, incubadora, coworking, investidor, aceleradora, ou evento poderá encontrar no link abaixo:

Bantumakers

Segundo a BantuMakers, a ideia é que todos possam contribuir para este mapeamento. Se quiser ajudar a manter o mapa do ecossistema empreendedor actualizado, mande uma e-mail para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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