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Óculos do Snapchat agora podem ser comprados online

No ano passado o SnapChat decidiu inovar os seus serviços, lançando assim um hardware denominado Spectacles (podiam ter encontrado um nome melhor), uns óculos capazes de gravar vídeos e fazer o compartilhamento automático na Internet.

Finalmente os óculos do SnapChat já estão disponíveis para serem comprados via online através do site oficial dos óculos da empresa, custando apenas 129,99 USD. Mas infelizmente até ao momento, essa compra está disponível apenas para os EUA.

O gadget está disponível em três cores diferentes e traz uma lente capaz de gravar em um ângulo de 115 graus. Quanto à gravação, os óculos são capazes de gravar um vídeo de até 30 segundos. A grande vantagem desse acessório é a conectividade, o Spectacles traz Wi-Fi e Bluetooth e pode transferir automaticamente fotos e vídeos para o aplicativo do SnapChat.

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Paya, a solução que promete revolucionar o comércio electrónico em Angola

O comércio electrónico sempre representou um desafio para os utilizadores Angolanos. Desde as questões de segurança aos métodos de pagamento, vários obstáculos têm sido postos para que as vendas online não estejam tão difundidas em Angola, um país com 4 milhões de pessoas conectadas à internet.

Uma startup angolana decidiu dar um passo para resolver alguns dos problemas envolvendo as compras online. É assim que surge a plataforma “Paya” destinada para o E-Commerce cujo objectivo é permitir a criação de uma loja online que pode ser facilmente integrada às redes sociais onde os clientes poderão efectuar os pagamentos através dos seus cartões multicaixa pelo ATM.

Paya que vem de “Payar” que é uma gíria angolana que significa “vender”, surgiu no final do ano 2016 numa altura em que para criar um negócio de E-Commerce é bastante dispendioso. Segundo a informação fornecida pelos desenvolvedores do serviço, o Paya elimina a necessidade de contratação de uma empresa para a criação de uma loja online, hospedagem da mesma e outros aspectos técnicos complexos para utilizadores comuns.

Os angolanos já começam a estar preparados para comprar online e o E-Commerce j á é tendência” — Firmino Changani, CEO na LoopLab.

Segundo o CEO, com a plataforma Paya os empreendedores poderão criar lojas online, gerir produtos, clientes e acompanhar as vendas por intermédio de relatórios inteligentes gerados pela plataforma e com os mesmos é possível tomar decisões mais acertadas sobre vendas e posicionamento de mercado a fim de atingir mais clientes. O Paya aproveita-se do número crescentes de angolanos no Facebook ao permitir a integração de uma loja criada no Paya com uma página do Facebook.

As inscrições e mais detalhes sobre o serviço estão disponíveis no endereço oficial da plataforma: www.paya.co.ao .

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A lei contra os ciberataques já está em vigor em Angola

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A legislação angolana relacionada à tecnologia nunca foi muito clara. O que acontece com um criminoso que o utilize as tecnologias de informação para provocar danos a outrem?

No âmbito de proteger os cidadãos e as organizações de ciberataques, com vista os novos desafios que o mundo digital apresenta, a Assembleia Nacional aprovou a Lei de protecção das Redes e Sistemas Informáticos, que inclui o ciberterrorismo.

A Lei 7/17, de 16 de Fevereiro, aprovada pela Assembleia Nacional, não é apenas focada na proteção do espaço cibernético de Angola contra os riscos associados. É uma lei que tem ainda como objectivo facilitar o acesso ao conhecimento através das plataformas digitais.

No seu Artº 2, o alvo do legislador é o ciberespaço angolano, que pretende proteger, entre outros, contra qualquer acto ou ataque, roubo informático e ciberataque. É importante perceber que, os criminosos cibernéticos usam métodos diferentes segundo suas habilidades e seus objectivos.

Os ciberataques são efectuados geralmente através da internet, no qual são violados sistemas informáticos, com o objectivo de espionar, provocar danos, roubar dados,etc.

A lei contra os ciberataques em Angola possui uma abrangência na qual os crimes cometidos em território nacional por cidadãos angolanos, estrangeiros ou por pessoa colectiva com domicílio em território angolano, mesmo que visem alvos localizados foram de Angola, ou na situação inversa, onde o crime é cometido fora de Angola mas visando dados localizados no país.

Nos últimos anos, os cibercriminosos têm investido grande parte dos seus ganhos no desenvolvimento de recursos mais sofisticados, com o uso de tecnologias mais avançadas. A lei chega em uma altura em que o mundo digital tem registrado muitos casos de invasões, desde sistemas bancários, roubos de informações confidenciais, entre outras.

Angola tem tido um certo crescimento em termos de tecnologias de informação e com isso é importante que existam leis como esta para que se puna toda aquela pessoa que utilizar as ferramentas digitais para uso inapropriado na sociedade.

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O imparável crescimento do Facebook no mundo das redes sociais

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Desde que foi lançado em fevereiro de 2004 que o Facebook só sabe crescer. Treze anos depois a empresa continua a surpreender investidores, acionistas, utilizadores e aficionados da tecnologia.

Actualmente a versão para desktop do Facebook conta com 1,86 mil milhões de visitas mensal enquanto que, a versão mobile chega aos 1,74 mil milhões de visitantes activos que entram na sua página pelo menos uma vez por mês. Muitos fazem isto a partir dos smartphones ou tablets.

No último relatório fiscal divulgado, relativo ao quatro trimestre de 2016, o CEO da plataforma, Mark Zuckerberg e a sua equipa voltaram a apresentar números estrondosos. No que diz respeito a receita, o Facebook conseguiu 8,8 mil milhões de dólares, ao mesmo tempo conseguiu um lucro a rondar os 3,56 mil milhões de dólares. A publicidade continua a ser uma das maiores fontes de receita da empresa, segundo as informações os anúncios mobile são responsáveis por 84% do total de receitas.

“A nossa estragégia está a funcionar e temos muitas oportunidades pela frente. Por isso, vamos continuar a investir para conseguir resultados ótimos a longo prazo.” Mark Zuckerberg.

É difícil ficar indiferente à quantidade de pessoas que utilizam o Facebook, inclusive numa base diária. É impossível não reconhecer o mérito dos feitos alcançados pela rede social, mesmo para quem não gosta do conceito de plataformas sociais.

O Facebook não só se pode orgulhar do crescimento do número de usuários e anunciantes, mas também do aumento da quantidade de publicidade. Embora a rede procure não exagerar com anúncios. A empresa promete continuar a seguir esta estratégia ao publicar anúncios segmentados, concretos e actuais que se encaixem bem no conteúdo geral dos feeds de notícias.

O Facebook como rede social é uma das plataformas online mais completas de sempre: junta pessoas, empresas, marcas, anunciantes, suporta fotografias, vídeos, vídeos imersivos, tem uma ferramenta de mensagens instantâneas, tem ferramentas de analítica, permite criar eventos, permite criar grupos, permite avaliar restaurantes e outros estabelecimentos, permite fazer chamadas de voz e de vídeo, permite fazer compras… o Facebook é uma plataforma como nenhuma outra.

O analista James Cakmak da Monness Crespi Hardt & Co, chegou a afirmar que, “se você é um anunciante que pretende abranger o público-alvo máximo possível, tem apenas duas opções: Facebook e Google. O Facebook permanece a plataforma com o maior crescimento para as despesas de publicitários, e com o lançamento de novos canais para os usuários, isto não vai mudar.”

O Facebook tem uma grande abrangência de propósitos e tem também um grande número de utilizadores. Estes dois factos estão correlacionados, tudo porquê as pessoas usam o Facebook porque de facto há lá algo que lhes interessa enquanto utilizadores da internet.

Para além da principal rede social, hoje o Facebook conta com uma série de aplicações, como, por exemplo, o WhatsApp, Instagram e Messenger. O Instagram  já conta com 600 milhões de utilizadores mensais, o WhatsApp com mais de 1,2 mil milhões de utilizadores mensais, e o Facebook Messenger com mais de 400 milhões de utilizadores mensais.

Acontece que o Facebook não tem um verdadeiro rival à sua altura e muito por mérito próprio. E ainda estamos longe ter uma rede social capaz de enfrentar directamente o crescimento imparável da plataforma do Mark Zuckerberg.

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